Quando vemos tudo e todos como uma ameaça ao nosso poder e status quo, nos fechamos ou mascaramos nossa personalidade. Não será nos fechando que podemos construir pontes com as pessoas.

Para isso a empatia pode ser um fator de transformação nos ambientes e nos relacionamentos. Empatia não significa gostar ou ter amigos no trabalho, mas aceitar e entender como as pessoas pensam e se comportam. Incentivar esta habilidade harmoniza o ambiente de trabalho e promove a construção de laços mais ricos na empresa.

Nossos consultores da Jazzer recomendam 3 propulsores de empatia. Confira:

Dialogue mais

Temos a tendência, por conta do curto espaço de tempo e agendas lotadas, de manter relações superficiais onde se discute apenas números e prazos de entrega. Investir em usar um pouco do tempo em dialogar para entender o ponto de vista do outro, compreender até a história de vida daquela pessoa, pode nos ajudar a aceitar um comportamento dissonante e trata-lo com mais habilidade.

Desconfie de suas atitudes quando estiver emocionado

Quando alguma coisa nos incomoda, acionamos nosso sistema de defesa. Cada pessoa tem sua forma particular de reagir. Nós chamamos isso de botões ou gatilhos emocionais. Quando nossos botões são apertados, reagimos no impulso e as vezes sem pensar. Neste momento, vem os arrependimentos. Por isso, quando estiver, chateado, com raiva, indignado, triste, observe sua reação e veja se ela está condizente com sua grandeza.

Mais pergunta, menos afirmação

Outra dica para desenvolver empatia é ser investigativo e menos propositivo. Temos a tendência de querer impor nosso ponto de vista. Quando estamos em equipe e fazemos mais perguntas, podemos entender melhor o olhar do outro e trazer uma proposta de dentro para fora do grupo.